Sérgio Luís de Carvalho

Lisboa do Estado Novo
Lisboa, década de 1930. O Estado Novo está a nascer. As obras sucedem-se, dando à cidade uma dinâmica incomum. É o tempo de Duarte Pacheco, autarca, ministro, homem de ação, que renovou a cidade com novos equipamentos: portos e hospitais, faculdades e parques, bairros sociais e estádios…
Em paralelo, um plano de realizações culturais dá novo ânimo à cidade. É o tempo de António Ferro e da Política do Espírito, forjadora de uma visão segundo os ditames do Estado Novo: exposições e museus, certames e marchas, festas e filmes…
Neste livro, é o desenvolvimento da cidade destes anos que observamos (e também o refluxo que se lhe seguiu), acompanhando a ação destes dois homens, à sombra, claro, do indiscutido e autoritário presidente do Conselho de Ministros…